Bula Hydrea®

hidroxiureia

bms

 

Bristol-Myers Squibb Farmacêutica S.A.

 

 

 

TEXTO DE BULA DE HYDREA (hidroxiuréia) CÁPSULAS 500 mg

 

BRISTOL-MYERS SQUIBB

 

®

 

hidroxiuréia

 

500 mg

 

cápsulas

 

APRESENTAÇÃO

 

HYDREA (hidroxiuréia) é apresentado em frascos com 100 cápsulas.

 

USO ORAL

 

USO ADULTO

 

COMPOSIÇÃO

 

Cada cápsula contém:

 

hidroxiuréia .............................................. 500 mg

 

Ingredientes inativos: fosfato de sódio dibásico anidro, ácido cítrico anidro, estearato de magnésio e lactose.

 

INFORMAÇÃO AO PACIENTE

 

quer isoladamente, quer em associação com radioterapia ou outras drogas antineoplásicas. Após administração oral, ocorre rápida absorção, com pico sangüíneo após uma a quatro horas.

 

original, em frasco bem fechado, à temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC). Evitar calor excessivo.

 

NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE

 

VENCIDO.

 

após o uso da medicação. HYDREA não deve ser utilizado por gestantes. Mulheres em idade fértil

 

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devem evitar a gravidez. A hidroxiuréia é secretada no leite humano. Consulte o médico para decidir entre descontinuar a amamentação ou o tratamento.

 

dose e a duração do tratamento.

 

não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

 

(estomatite, perda de apetite, náusea, vômito, diarréia e constipação) e reações cutâneas (erupção maculopapular, vermelhidão da face e úlceras de pele) deverá ser relatada ao médico responsável. O tratamento com este medicamento deverá sempre ser feito sob cuidadosa supervisão médica e exames de sangue periódicos deverão ser realizados para se detectar precocemente qualquer alteração hematológica, como anemia, queda do número de glóbulos brancos ou de plaquetas.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

 

com outros medicamentos ou com radioterapia ficará exclusivamente a critério médico.

 

hidroxiuréia ou a qualquer componente da formulação.

 

líquidos. O médico deve ser consultado em casos de doses perdidas. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

 

você utiliza o medicamento transferindo o seu conteúdo para um copo com água, deve manipular com cuidado. Não permitir que o pó entre em contato com a pele e mucosas, evitando inclusive a inalação do pó quando da abertura da cápsula. Pessoas que não estejam utilizando HYDREA não devem ser expostos à mesma. Para reduzir o risco de exposição, deve-se utilizar luvas descartáveis ao manusear HYDREA ou frascos contendo HYDREA. Ao manusear HYDREA, deve-se lavar as mãos antes e depois do contato com o frasco ou cápsulas. Se o pó se esparramar, deve ser imediatamente limpo com uma toalha úmida descartável e desprezado em um recipiente fechado, como um saco plástico, assim como as cápsulas vazias. HYDREA deve ser mantido longe do alcance das crianças e de animais de estimação

 

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

 

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

 

 

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DESCRIÇÃO

 

HYDREA cápsulas contém hidroxiuréia.

 

Hidroxiuréia é um pó essencialmente insípido, branco e cristalino. Sua fórmula estrutural é:

 

 

 

 

 

FARMACOLOGIA CLÍNICA

 

Mecanismo de Ação

 

O mecanismo de ação exato pelo qual a hidroxiuréia produz seus efeitos antineoplásicos não é conhecido. Vários estudos em culturas de tecidos, ratos e humanos embasam a hipótese de que a hidroxiuréia provoca uma imediata inibição da síntese do ácido desoxirribonucléico (DNA) agindo como inibidor da ribonucleotídeo redutase, sem interferir na síntese do ácido ribonucléico ou da proteína.

 

Potencialização da Radioterapia

 

de células HeLa; ao que parece, a hidroxiuréia, pela inibição da síntese do ácido desoxirri-bonucléico (DNA), impede o processo normal de restabelecimento das células atingidas, porém, não destruídas pela irradiação, diminuindo, desse modo, seus índices de sobrevivência. As sínte-ses de ácido ribonucléico (RNA) e de proteína não apresentam alterações.

 

Farmacocinética

 

tempo desproporcionalmente maiores. Não há dados sobre o efeito dos alimentos na absorção da hidroxiuréia.

 

 

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distribuição estimado aproximando-se ao da água corporal total. As taxas plasmáticas em relação às do fluido ascítico variam de 2:1 até 7,5:1. Hidroxiuréia concentra-se nos leucócitos e eritrócitos. A hidroxiuréia atravessa a barreira hemato-encefálica.

 

totalmente caracterizadas. Uma delas é provavelmente o metabolismo hepático saturável. Uma outra via menor pode ser a degradação a ácido acetohidroxâmico pela urease encontrada nas bactérias intestinais.

 

primeira ordem. Em pacientes com malignidades, a eliminação renal varia de 30 a 55% da dose administrada.

 

farmacocinéticas devido à idade, sexo ou raça.

 

redução da dose nesta população.

 

)

 

).

 

INDICAÇÕES

 

HYDREA é indicada no tratamento de leucemia mielocítica crônica resistente e melanoma.

 

HYDREA, em associação com radioterapia, é também indicada no tratamento de carcinomas de células escamosas primárias (epidermóides) de cabeça e de pescoço (excluindo os lábios) e carcinoma de colo uterino.

 

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CONTRA-INDICAÇÕES

 

HYDREA é contra-indicada em pacientes que demonstraram hipersensibilidade prévia à hidroxiuréia ou a qualquer outro componente da formulação.

 

ADVERTÊNCIAS

 

), ou anemia grave. HYDREA pode produzir supressão da medula óssea; a leucopenia é, em geral, a primeira e mais comum manifestação da depressão hematológica. Trombocitopenia e anemia ocorrem menos freqüentemente e são raramente observadas sem uma leucopenia precedente. A depressão da medula óssea ocorre mais provavelmente em pacientes que tenham sido submetidos anteriormente à radioterapia ou ao tratamento com agentes quimioterapêuticos citotóxicos; HYDREA deve ser usada com cautela nestes pacientes. A recuperação da mielodepressão é rápida quando o tratamento é interrompido.

 

A anemia grave deve ser corrigida antes do início do tratamento com HYDREA.

 

de ferro plasmático e reduzir a proporção de ferro utilizada pelos eritrócitos, porém não parece alterar o tempo de sobrevida dos glóbulos vermelhos.

 

Pacientes que tenham recebido radioterapia anterior podem sofrer exacerbação de eritema pós-irradiação quando tratados com HYDREA.

 

Pancreatite fatal e não fatal ocorreu em pacientes HIV-positivos durante terapia com hidroxiuréia e didanosina, com ou sem estavudina.

 

Hepatoxicidade e falência hepática resultando em morte foram relatadas durante a vigilância pós-comercialização em pacientes HIV-positivos recebendo terapia com hidroxiuréia e outros agentes antiretrovirais.

 

Eventos hepáticos fatais foram relatados mais freqüentemente em pacientes recebendo terapia combinada com hidroxiuréia, didanosina e estavudina. Essa combinação deve ser evitada.

 

).

 

 

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Vasculite cutânea, incluindo ulcerações decorrentes da vasculite cutânea e gangrena, ocorreram em pacientes com desordens mieloproliferativas durante a terapia com hidroxiuréia. Estas vasculites cutâneas foram relatadas mais freqüentemente nos pacientes com um histórico de, ou recebendo terapia concomitantemente com interferon. Devido aos resultados clínicos potencialmente graves das ulcerações decorrentes da vasculite cutânea relatadas em pacientes com doença mieloproliferativa, hidroxiuréia deve ser descontinuada se ulcerações decorrentes da vasculite cutânea se desenvolverem e agentes citorredutivos alternativos devem ser indicados.

 

Os pacientes devem ser alertados para manterem uma ingestão adequada de líquidos.

 

Carcinogênese, Mutagênese e Comprometimento da Fertilidade

 

A hidroxiuréia é inequivocadamente genotóxico e um carcinógeno presumível que implica risco de carcinogenicidade para humanos. Em pacientes recebendo terapia com hidroxiuréia por longo período para desordens mieloproliferativas, como policitemia vera e trombocitemia, relatou-se leucemia secundária. Não se sabe se esse efeito leucemogênico é secundário à hidroxiuréia ou à doença de base do paciente. Câncer de pele também foi relatado em pacientes recebendo hidroxiuréia por longo período.

 

(ensaio SCE em roedores, ensaio em micronúcleos de camundongos). Hidroxiuréia causa a transformação de células embrionárias de roedores em um fenótipo tumorigênico.

 

Estudos convencionais de longa duração para avaliar o potencial carcinogênico de hidroxiuréia não foram realizados. No entanto, administração intraperitoneal de 125-250 mg/kg (cerca de 0,6- 1,2 vezes a dose oral diária máxima recomendada para humanos, baseada em mg/m2) três vezes por semana por 6 meses a ratos fêmeas aumentou a incidência de tumores mamários em ratos sobrevivendo até 18 meses, comparada ao controle.

 

Hidroxiuréia administrada a ratos machos a 60mg/kg/dia (cerca de 0,3 vezes a dose oral diária máxima recomendada para humanos, baseada em mg/m2) produziu atrofia testicular, diminuiu espermatogênese, e reduziu significativamente sua habilidade de fecundar as fêmeas.

 

PRECAUÇÕES

 

Insuficiência renal

 

).

 

Gravidez e Lactação

 

 

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A Hidroxiuréia demonstrou ser um potente agente teratogênico em uma ampla variedade de espécies animais, incluindo camundongos, ratos, hamsters, coelhos, gatos, suínos de pequeno porte, cachorros e macacos. Os espectros de efeitos após exposição pré-natal do HYDREA incluem morte embrio-fetal, diversas malformações fetais intestinais e do esqueleto, crescimento retardado e déficit funcional.

 

HYDREA pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas. Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Se HYDREA for utilizada durante a gravidez ou se a paciente engravidar durante a terapia com HYDREA, a paciente deve ser notificada a respeito dos riscos potenciais para o feto. Mulheres em idade fértil devem ser aconselhadas a evitar a gravidez durante a terapia com HYDREA.

 

A hidroxiuréia é secretada no leite humano. Devido ao potencial da hidroxiuréia em causar reações adversas sérias em lactentes, deve-se decidir entre descontinuar a amamentação ou o tratamento, levando-se em conta a importância da medicação para a mãe.

 

Uso pediátrico

 

A segurança e a eficácia de HYDREA em crianças não foram estabelecidas.

 

Uso geriátrico

 

Pacientes idosos podem ser mais sensíveis aos efeitos de HYDREA e podem necessitar regimes terapêuticos com dosagens mais baixas.

 

Interações Medicamentosas

 

Estudos prospectivos sobre o potencial da hidroxiuréia em interagir com outras drogas não foram realizados.

 

).

 

Como a hidroxiuréia pode aumentar o nível sérico de ácido úrico, pode ser necessário o ajuste da dose de medicamentos uricosúricos.

 

mostram um aumento significativo na atividade citotóxica da citarabina em células tratadas com a hidroxiuréia. Não se sabe se esta interação pode levar a uma toxicidade sinergística ou se há necessidade de modificar as doses de citarabina.

 

Dirigir / operar máquinas

 

O efeito de HYDREA sobre dirigir ou operar máquinas não foi estudado. Como HYDREA pode

 

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), a vigília pode estar prejudicada.

 

REAÇÕES ADVERSAS

 

Hematológicas

 

).

 

Gastrintestinais

 

Estomatite, anorexia, náusea, vômitos, diarréia e constipação.

 

Dermatológicas

 

Erupção maculopapular, eritema facial, eritema periférico, ulceração da pele e alterações da pele como dermatomiosite. Observou -se hiperpigmentação, eritema, atrofia da pele e unhas, descamação, pápulas violáceas e alopécia em alguns pacientes após vários anos de terapia de manutenção diária (longa duração) com HYDREA. Alopécia ocorre raramente. Câncer de pele foi raramente observado.

 

).

 

Neurológicas

 

Sonolência; raros casos de cefaléia, tontura, desorientação, alucinações e convulsões.

 

Renais

 

Níveis elevados de ácido úrico sérico, uréia e creatinina; retenção anormal de bromossulfaleína; raros casos de disúria.

 

Outras

 

Febre, calafrios, mal-estar, astenia e elevação de enzimas hepáticas. Casos raros de reações pulmonares agudas (infiltrados pulmonares difusos/fibrose e dispnéia).

 

Em pacientes HIV-positivos recebendo terapia combinada de hidroxiuréia e outros agentes antiretrovirais, em particular a didanosina + estavudina, relatou-se pancreatite fatal e não-fatal, hepatotoxicidade e neuropatia periférica grave.

 

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, em pacientes recebendo hidroxiuréia em combinação com didanosina, estavudina e indinavir.

 

e Radioterapia

 

) tem ocorrido raramente e usualmente na presença de leucopenia acentuada. HYDREA pode potencializar algumas reações adversas normalmente relatadas com a radioterapia isolada, tais como desconforto gástrico e mucosite.

 

POSOLOGIA

 

A posologia deve ser baseada no peso real ou ideal do paciente, levando-se em conta o menor valor.

 

Tumores Sólidos

 

Terapia intermitente:

 

dias.

 

:

 

.

 

O esquema de dosagem intermitente oferece a vantagem de reduzir a toxicidade (p.ex.: depressão da medula óssea).

 

(Carcinoma de cabeça e pescoço, e colo uterino):

 

dias.

 

A administração de HYDREA deve ser iniciada no mínimo sete dias antes do começo da irradiação e continuada durante a radioterapia e daí em diante, indefinidamente, contanto que o paciente possa ser mantido sob observação adequada e não evidencie nenhuma toxicidade incomum ou grave.

 

Leucemia Mielocítica Crônica Resistente

 

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Terapia contínua:

 

.

 

. Nestes casos, a contagem deve ser reavaliada após 3 dias, e a terapia reiniciada quando os valores voltarem ao normal. A recuperação hematopoiética é, geralmente, rápida. Se não ocorrer recuperação imediata durante o tratamento associado entre HYDREA e a radioterapia, esta última também pode ser interrompida. A anemia, mesmo se grave, pode ser controlada sem interrupção da terapia com HYDREA.

 

Insuficiência renal

 

). Monitoramento intenso dos parâmetros hematológicos é recomendado.

 

Insuficiência hepática

 

Não há dados que suportem orientação específica para ajuste de dose em pacientes com disfunção hepática. Monitoramento intenso dos parâmetros hematológicos é recomendado.

 

Pacientes pediátricos e adolescentes

 

.

 

Pacientes idosos

 

).

 

Terapia concomitante

 

O uso de HYDREA em associação com outros agentes mielosupressores pode necessitar de ajuste de dose.

 

).

 

Alterações gástricas graves, como náusea, vômitos e anorexia, resultantes do tratamento

 

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associado, podem ser habitualmente controladas pela interrupção da administração de HYDREA.

 

Dor ou desconforto proveniente da inflamação das mucosas no local irradiado (mucosite) são usualmente controlados por medidas como anestésicos tópicos e analgésicos administrados por via oral. Se a reação for grave, o tratamento com HYDREA pode ser temporariamente interrompido; se for extremamente grave, deve-se, além disso, adiar temporariamente a dosagem de irradiação.

 

INSTRUÇÕES DE USO

 

Se o paciente preferir ou for incapaz de engolir cápsulas, o conteúdo da cápsula pode ser transferido para um copo de água e ingerido imediatamente. Algum componente inerte usado como veículo na cápsula pode não se dissolver e assim, flutuar na superfície.

 

Os pacientes que tomam o medicamento, transferindo o seu conteúdo para um copo com água devem ser avisados de que se trata de um fármaco potente que deve ser manipulado com cuidado. Os pacientes devem ser alertados para não permitir que o pó entre em contato com a pele e mucosas, evitando inclusive a inalação do pó quando da abertura da cápsula. Pessoas que não estejam utilizando HYDREA não devem ser expostas à mesma. Para reduzir o risco de exposição, deve-se utilizar luvas descartáveis ao manusear HYDREA ou frascos contendo HYDREA. Ao manusear HYDREA, deve-se lavar as mãos antes e depois do contato com o frasco ou cápsulas. Se o pó se esparramar, deve ser imediatamente limpo com uma toalha úmida descartável e desprezado em um recipiente fechado, como um saco plástico, assim como as cápsulas vazias. HYDREA deve ser mantido longe do alcance das crianças e de animais de estimação.

 

Recomendações para manuseio e disposição apropriados de drogas antineoplásicas:

 

Para minimizar o risco de exposição dérmica, deve-se sempre utilizar luvas impermeáveis. Isto se aplica para o manuseio das atividades clínicas, farmacêuticas, de armazenamento, e cuidados domésticos, incluindo esvaziamento do frasco e inspeção, transporte dentro de uma instalação, e preparação da dose e administração.

 

Procedimentos para o manuseio e dispensação adequados de drogas antineoplásicas devem ser consideradas.

 

SUPERDOSE

 

Relatou-se toxicidade mucocutânea aguda em pacientes recebendo hidroxiuréia em doses várias vezes superiores à dose terapêutica. Irritação da pele acompanhada por quadro doloroso, eritema violáceo, edema das palmas das mãos e sola dos pés seguida de descamação dos mesmos, hiperpigmentação grave generalizada da pele e estomatite também foram observadas.

 

 

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PACIENTES IDOSOS

 

Pacientes idosos podem ser mais sensíveis aos efeitos de HYDREA e podem precisar de regimes terapêuticos com dosagens mais baixas.

 

CONSERVAÇÃO

 

HYDREA deve ser mantido a temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC); evitar calor excessivo. Manter o frasco bem fechado.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

  1. Recommendations for the Safe Handling of Parenteral Antineoplastic Drugs. Division of Safety, Clinical Center Pharmacy Department and Cancer Nursing Services, National Institutes of Health. US Dept of Health and Human Services, Public Health Service Publication NIH 92-2621. Washington, D.C.: 1992.

 

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  1. National Study Commission on Cytotoxic Exposure: Recommendations for Handling Cytotoxic Agents. 1987. Available from Louis P. Jeffrey, Sc. D., Chairman, National Study Commission on Cytotoxic Exposure, Massachusetts, College of Pharmacy and Allied Health Sciences, 179 Longwood Avenue, Boston, Massachusetts 02115.

 

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  1. : 258-263, 1983.

 

  1. : 1033-1049, 1990.

 

  1. : 1996; 53: 1669-1685.

 

  1. ONS Clinical Practice Committee. Cancer Chemotherapy Guidelines and Recommendations for Practice. Pittsburgh, Pa: Oncology Nursing Society; 1999:32-41.

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

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n.º do lote, data de validade e fabricação: VIDE CARTUCHO.

 

Reg. MS - 1.0180.0093

 

Farm. Bioq. Resp.:

 

Dra. Tathiane Aoqui de Souza

 

CRF-SP n? 26.655

 

Fabricado por:

 

Bristol-Myers Squibb S.r.I.

 

Sermoneta - Latina - Itália

 

Importado por :

 

BRISTOL-MYERS SQUIBB FARMACÊUTICA S.A.

Rua Carlos Gomes, 924 - Santo Amaro - São Paulo - SP

CNPJ. 56.998.982/0001-07 - Indústria Brasileira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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